"Mas, por favor. Não vamos confundir ausência com indiferença. Não vamos justificar abandono com falta de tempo."
"Lembre de mim… Quando o café esfriar, lembre de mim. Quando o almoço queimar, lembre de mim. Quando o telefone tocar e não for eu – não será –, lembre de mim. Quando teu sono fugir e teus sonhos sumirem, lembre de mim. Quando teus planos se concretizarem, lembre de mim. Quando a vida te atropelar, os acasos te fugirem ao controle, os segundos passarem calmos e o céu parecer nunca acordar: lembre de mim. Nas coisas boas e ruins, nas suas manhãs de mau humor e nas suas noites de intensas festas, me deixe estar entre as coisas que te passam, e te cortam, e te marcam, e te ficam. Na vida que aprendeu a viver sem mim e os meus costumes estranhos, lembre de mim. Eu quero estar por entre as ruas que passas e os objetos em que tocas, como se fosse eu ou qualquer coisa minha."
"Este texto é pra te falar uma coisa boba. É pra te pedir que não tenha medo de mim. Eu não sei de nada. Eu só queria ser salva. Eu só queria que isso que eu tô sentindo agora durasse."
"A moça levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo."